Na volta do intervalo, o advogado de Kátia Rabello, José Carlos Dias,
questionou a ausência da ministra Cármen Lúcia no plenário para ouvir a
sustentação da defesa de cinco réus da Ação Penal 470, o mensalão.
Cármen Lúcia pediu para se ausentar pouco antes dos 30 minutos de pausa,
mas disse que nesta quarta-feira (8/8) ouviria as gravações das últimas
sustentações.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto,
disse que o julgamento deveria continuar mesmo assim e os demais
ministros presentes na corte se manifestam de acordo com ele. Em seguida
foi dada a palavra ao defensor da ex- gerente financeira da SMP&B,
Geiza Dias dos Santos.
Veja a arte interativa que detalha a participação de cada um dos réus
Da
mesma forma que o advogado de Simone Vasconcelos, a defesa de Geiza
afirmou que a ré era apenas uma funcionária “mequetrefe, de terceiro ou
quarto escalão” da SMP&B e que recebia ordens diretas de Simone
Vasconcelos ou dos sócios da empresa. Segundo Paulo Sérgio, Geiza não
tinha conhecimento do acordo entre a diretoria da SMP&B com
dirigentes do PT. “Não possuia qualquer poder de gestão”
Fonte : Correio Web
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