O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, concentra a acusação
sobre a atuação de José Dirceu no mensalão. Fazendo a sustentação oral
da acusação, ele cita trechos dos depoimentos de Roberto Jefferson e
Marcos Valério em que afirmaram que Dirceu tinha um papel de "liderança"
do mensalão. Ressaltou que tudo era feito com o conhecimento do
ex-ministro da Casa Civil.
Para a PGR, Dirceu era o chefe da quadrilha, protagonista, mentor. “Comandou a ação. Mas como todo chefe do crime organizado não deixou rastros”, disse Gurgel. No início da leitura, Gurgel disse que cinco horas não seriam suficientes para detalhar o envolvimento dos 36 acusados que o MP quer condenar. Seriam oito miutos, em média, para cada réu. No entanto, só para falar de Dirceu usou mais de 20 minutos.
“O grande mentor”
Para a PGR, Dirceu era o chefe da quadrilha, protagonista, mentor. “Comandou a ação. Mas como todo chefe do crime organizado não deixou rastros”, disse Gurgel. No início da leitura, Gurgel disse que cinco horas não seriam suficientes para detalhar o envolvimento dos 36 acusados que o MP quer condenar. Seriam oito miutos, em média, para cada réu. No entanto, só para falar de Dirceu usou mais de 20 minutos.
“O grande mentor”
Para Gurgel, Dirceu tinha conhecimento
de todos os acordos para composição da base aliada no Congresso
Nacional. “Nada, absolutamente nada, acontecia sem consentimento de José
Dirceu”, disse Gurgel. Ressaltou também que os acordos eram comprados
por intermédios de recursos financeiros do Banco Rural. “o crime era
praticado e engendrado dentro de quatro paredes do Palácio da
Presidência da República. Daí a dificuldade de provas materiais”.
Fonte: Correio Web
0 comentário ""Nada acontecia sem consentimento de José Dirceu", diz procurador-geral"
Postar um comentário