Desrespeito aos povos indígenas, tradicionais, campesinos, a maior taxa de reforma agrária das últimas gestões, decreto da AGU que cospe na cara dos indígenas, aliança com agronegócio, parceria com a Kátia Abreu e demais ruralistas, Código Anti-Florestal, Belo Monte, diminuição de unidades de conservação, lentidão no saneamento, investimento somente em carros e falta de apoio
ao transporte público, entre outros ataques à legislação socioambiental e retrocessos da agenda política brasileira. Esta tem sido a marca e o legado que o Governo Dilma tem deixado ao país ao priorizar o modelo neodesenvolvimentista.
No dia 22 e 23 de agosto foi a vez dos campesinos, indígenas, povos tradicionais, da floresta e das águas denunciar estes retrocessos que o Governo Dilma vem impondo ao Brasil.
No dia 19, a partir das 16h, com concentração no Museu da República, é a vez dos militantes urbanos e quaisquer outros que assim desejarem se juntarem nesta denúncia dos retrocessos. Repetindo a marcha que juntou cinco mil pessoas no Rio de Janeiro, passou pelo BNDES - financiador desta destruição-, Petrobras e terminou na Cúpula dos Povos, a Marcha Ré agora se regionaliza e acontece em Brasília.
19/09
Concentração às 16h no Museu Nacional
Saída da Marcha 16h30
No dia 22 e 23 de agosto foi a vez dos campesinos, indígenas, povos tradicionais, da floresta e das águas denunciar estes retrocessos que o Governo Dilma vem impondo ao Brasil.
No dia 19, a partir das 16h, com concentração no Museu da República, é a vez dos militantes urbanos e quaisquer outros que assim desejarem se juntarem nesta denúncia dos retrocessos. Repetindo a marcha que juntou cinco mil pessoas no Rio de Janeiro, passou pelo BNDES - financiador desta destruição-, Petrobras e terminou na Cúpula dos Povos, a Marcha Ré agora se regionaliza e acontece em Brasília.
19/09
Concentração às 16h no Museu Nacional
Saída da Marcha 16h30
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