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Senador tenta prorrogar trabalhos da CPI do Cachoeira por 180 dias

Para Pedro Simon, membros da CPI querem evitar que a investigação avance além do que a PF já apurou (Bruno Peres/CB/D.A Press)
Para Pedro Simon, membros da CPI querem evitar que a investigação avance além do que a PF já apurou

Paralisada há um mês, a CPI do Cachoeira volta às atividades na semana que vem e vai avaliar um pedido de prorrogação dos trabalhos. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) encaminhou ontem ofício ao presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-RS), pedindo que as investigações se estendam para além de 4 de novembro, data de encerramento da CPI. O ato do peemedebista, porém, é apenas instrumento de pressão, uma vez que a prorrogação depende da assinatura de um terço dos deputados e senadores. Mas parlamentares do governo e da oposição, contudo, trabalham para sepultar de vez as investigações, que fustiga políticos dos dois lados.

As atividades da comissão foram suspensas em 4 de setembro, com a justificativa de se evitar o uso eleitoral das relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos de vários partidos. Nos bastidores, integrantes da CPI admitem a possibilidade de não haver quórum para a reunião administrativa da próxima terça-feira, não só pelo feriado de 15 de outubro, mas também porque senadores e deputados ainda estarão envolvidos com as campanhas de quem passou para o segundo turno. Com atrasos de oitivas e audiências, a hipótese de prorrogação já havia sido levantada.

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