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Médico cubano é processado por atender paciente.

Um médico cubano foi processado por atender pacientes quando não havia nenhum profissional para atende-los. Único enviado do Mais Médicos ao município de Candiota (RS), o cubano Maikel Ramirez Valle foi denunciado por ter substituído um médico brasileiro no Pronto-Atendimento 24 Horas, no dia 2 de janeiro, ele foi denunciado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) por exercício ilegal da medicina à Polícia Federal, ao Ministério Público do Trabalho, ao Conselho Regional de Medicina (Cremers) e ao Ministério da Saúde. A prática é proibida pelas regras do programa - que limita o atendimento dos estrangeiros às Unidades Básicas de Saúde (UBS) - e pode, em tese, levar de advertência ao descredenciamento do profissional e até do município. A prefeitura sustenta, no entanto, que, ao contrário do que afirmam as entidades, Valle não ficou de plantão no Pronto-Atendimento, mas foi convidado a atender um paciente em estado grave, sob risco de vida, durante ausência do médico plantonista, brasileiro que havia enfrentando problemas com seu automóvel quando estava a caminho da cidade de 10 mil habitantes. O médico cubano prestou o socorro e encaminhou o paciente para um hospital de Bagé. O médico que defendeu a vida não falou com a imprensa. A identidade do paciente não foi revelada, pois ele possui uma doença crônica e não quis se identificar. Foto: reprodução.

Foto: PERSEGUIÇÃO: Um médico cubano foi processado por atender pacientes quando não havia nenhum profissional para atende-los. Único enviado do Mais Médicos ao município de Candiota (RS), o cubano Maikel Ramirez Valle foi denunciado por ter substituído um médico brasileiro no Pronto-Atendimento 24 Horas, no dia 2 de janeiro, ele foi denunciado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) por exercício ilegal da medicina à Polícia Federal, ao Ministério Público do Trabalho, ao Conselho Regional de Medicina (Cremers) e ao Ministério da Saúde. A prática é proibida pelas regras do programa - que limita o atendimento dos estrangeiros às Unidades Básicas de Saúde (UBS) - e pode, em tese, levar de advertência ao descredenciamento do profissional e até do município. A prefeitura sustenta, no entanto, que, ao contrário do que afirmam as entidades, Valle não ficou de plantão no Pronto-Atendimento, mas foi convidado a atender um paciente em estado grave, sob risco de vida, durante ausência do médico plantonista, brasileiro que havia enfrentando problemas com seu automóvel quando estava a caminho da cidade de 10 mil habitantes. O médico cubano prestou o socorro e encaminhou o paciente para um hospital de Bagé. O médico que defendeu a vida não falou com a imprensa. A identidade do paciente não foi revelada, pois ele possui uma doença crônica e não quis se identificar. Foto: reprodução.

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