Um jornaleiro de 72 anos morreu durante a manifestação na Central do Brasil, no dia 06 de fevereiro, mesmo dia da morte do cinegrafista da Band. Tasman Amaral Accioly estava em um ônibus e se assustou quando uma bomba explodiu no lado de fora do coletivo. Ele foi decer as pressas do ônibus e acabou sendo atropelado. Durante uma semana tentei apurar as informações da morte. Autoridades, manifestantes e a imprensa desconheciam o caso. Tasman estava aposentado, mas continuava trabalhando para ajudar nas despesas de casa. Durante o dia trabalhava na banca de jornal na Tijuca, zona norte do Rio, e de noite vendia balas na Lapa, região central da cidade. O jornaleiro foi atropelado por um ônibus na avenida Presidente Vargas. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e chegou por volta das 19h30 ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, com parada cardiorrespiratória. O paciente passou por cirurgia e tentou ser reanimado. Segundo o delegado Luciano Zahar, da 4ª DP (Praça da República), um inquérito foi instaurado para apurar a morte do idoso, e o motorista do ônibus deve responder por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) pelo atropelamento.
Foto: reprodução.
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