Por Renato Souza
O Brasil vai adquirir um submarino nuclear até 2023. Em uma parceria com a França, o País está produzindo a tecnologia para anexar reatores nucleares no submarino. Segundo o jornal "Voz da Rússia", a intenção é proteger as reservas de petróleo de suspostos ataques submarinos. Atualmente o patrulhamento na costeira do País é feito pela Marinha do Brasil com submarinos diesel-elétricos, fabricados segundo projetos alemães. Os Estados Unidos estão reataurando a frota de návios porta-aviões e submarinos para possíveis conflitos em algumas partes do Mundo, o que inclui a América do Sul. O Brasil é um líder em armamento bélico e poder militar no sul da América. Com o crescimento da economia e produção mineral, o País pode levantar o interesse de outros países. A companhia brasileira "Odebrecht", especializada em construção de armamento bélico, realizou uma parceria com a francesa "DCNS" e assinaram um contrato para a construção de 4 submarinos de propulsão diesel-elétrica da classe Scorpene, assim como para projetos conjuntos dos elementos não-nucleares para o submarino nuclear em desenvolvimento. Foto: RIA Novosti.

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