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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) confirma erro em pesquisa que afirmava que mulheres que usam roupa curta merecem ser atacadas


Por Renato Souza

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) confirmou que estava errado o resultado de uma pesquisa que apontando que 65,1% da população brasileira afirmava que mulheres que usam roupa curta merecem ser atacadas. Em nota, publicada pelo Ipea nesta sexta-feira (04) o órgão afirma que apenas 26% concordam total ou parcialmente com a afirmação de que "mulheres que mostram o corpo merecem ser atacadas". A divulgação oficial do órgão afirmava que 65% dos entrevistados concordava com a afirmação. 70% dos entrevistados são contra essa afirmação e 3,4% não tem opinião sobre o caso. A pesquisa gerou revolta nacional e deu inicio da campanha "Não mereço ser estuprada". O órgão afirmou que houve uma troca nos gráficos da pesquisa. Mesmo com a constatação do erro, 58,5 dos entrevistados concordam com a afirmação que "se as mulheres soubessem como se comportar haveria menos estupros". O diretor da área social do Ipea pediu exoneração assim que o erro foi constatado. Foto: divulgação.

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