Por Renato Souza
A justiça decidiu que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve pagar no exterior o tratamento de um bebê com uma doença rara. A pequena Sophia Gonçalves de Lacerda, de três meses, portadora da Síndrome de Berdon. A doença impede a digestão dos alimentos e coloca em risco a vida da menina. A doença só pode ser curada com transplante dos órgãos do sistema digestivo. Mas o tratamento eficaz contra a doença só é realizado no Jackson Memorial Medical, em Miami (EUA). A mãe da menina começou uma campanha na internet porque não tem dinheiro para pagar o tratamento da filha. O tratamento para a pequena Sophia está avaliado em R$ 2,3 milhões. A juíza Sylvia Marlene de Castro Figueiredo, da 3ª Vara Federal de Sorocaba, entende que "é inegável o direito a saúde", como está na constituição. Como o Brasil não tem condições de oferecer o tratamento, a vida da criança deve ser preservada com o tratamento existente no exterior. A decisão abre precedentes para que outras pessoas com doenças raras sem tratamento no Brasil procurem ajuda no exterior com o auxílio do SUS. Foto: arquivo da família.
A justiça decidiu que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve pagar no exterior o tratamento de um bebê com uma doença rara. A pequena Sophia Gonçalves de Lacerda, de três meses, portadora da Síndrome de Berdon. A doença impede a digestão dos alimentos e coloca em risco a vida da menina. A doença só pode ser curada com transplante dos órgãos do sistema digestivo. Mas o tratamento eficaz contra a doença só é realizado no Jackson Memorial Medical, em Miami (EUA). A mãe da menina começou uma campanha na internet porque não tem dinheiro para pagar o tratamento da filha. O tratamento para a pequena Sophia está avaliado em R$ 2,3 milhões. A juíza Sylvia Marlene de Castro Figueiredo, da 3ª Vara Federal de Sorocaba, entende que "é inegável o direito a saúde", como está na constituição. Como o Brasil não tem condições de oferecer o tratamento, a vida da criança deve ser preservada com o tratamento existente no exterior. A decisão abre precedentes para que outras pessoas com doenças raras sem tratamento no Brasil procurem ajuda no exterior com o auxílio do SUS. Foto: arquivo da família.

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