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Cerca de 200 cidadãos de Gana pediram autorização do governo brasileiro para ficar em Brasília

Por Renato Souza
Cerca de 200 cidadãos de Gana pediram autorização do governo brasileiro para ficar em Brasília. Os turistas vieram da África para o Brasil pouco antes da Copa do Mundo. A maioria se alojou em locais precários nas regiões administrativas de Ceilândia e Taguatinga. Em uma única casa chegam a morar 22 pessoas que dormem em apenas sete colchões. A comida é escassa e nenhum dos ocupantes fala português. Até o momento o Ministério da Justiça estava acompanhando a situação de estrangeiros que pediram asilo apenas no Rio Grande do Sul. Os ganeses foram estimulados pela própria família de cristãos e muçulmanos a virem morar no Brasil. O jovem Mohammed Yussif, 19 anos, uma espécie de porta-voz dos ganeses de Samambaia afirma que eles querem ficar no Brasil mesmo com os problemas econômicos. “Em qualquer hipótese, é melhor ficar aqui do que ter continuado lá”, resume Mohammed, com consciência de que cresceu em um ambiente de risco, repleto de conflitos e sem qualquer perspectiva de melhoria de vida. “Queremos ficar aqui”, insiste mais de uma vez.. Até o momento eles não entraram em contato com a família e a maioria tem entre 16 e 19 anos. Eles procuram emprego no Distrito Federal e dizem que pode ser serviço pesado. Foto: reprodução.

Foto: ASILO: Cerca de 200 cidadãos de Gana pediram autorização do governo brasileiro para ficar em Brasília. Os turistas vieram da África para o Brasil pouco antes da Copa do Mundo. A maioria se alojou em locais precários nas regiões administrativas de Ceilândia e Taguatinga. Em uma única casa chegam a morar 22 pessoas que dormem em apenas sete colchões. A comida é escassa e nenhum dos ocupantes fala português. Até o momento o Ministério da Justiça estava acompanhando a situação de estrangeiros que pediram asilo apenas no Rio Grande do Sul. Os ganeses foram estimulados pela própria família de cristãos e muçulmanos a virem morar no Brasil. O jovem  Mohammed Yussif, 19 anos, uma espécie de porta-voz dos ganeses de Samambaia afirma que eles querem ficar no Brasil mesmo com os problemas econômicos. “Em qualquer hipótese, é melhor ficar aqui do que ter continuado lá”, resume Mohammed, com consciência de que cresceu em um ambiente de risco, repleto de conflitos e sem qualquer perspectiva de melhoria de vida. “Queremos ficar aqui”, insiste mais de uma vez.. Até o momento eles não entraram em contato com a família e a maioria tem entre 16 e 19 anos. Eles procuram emprego no Distrito Federal e dizem que pode ser serviço pesado. Foto: reprodução.

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