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Malaysia Airlanes corrigi pra 298 o número de ocupantes de aeronave que caiu na quinta-feira (17)

Por Renato Souza
A Malaysia Airlines, companhia do voo MH 17, que caiu na Ucrânia na tarde de quinta-feira (17) corrigiu para 298 o número de ocupantes da aeronave. O avião caiu sem deixar sobreviventes e o governo dos Estados Unidos afirmou que um relatório do serviço de inteligência apontou que o airbus 777 foi atingido por um míssil. O general João Chalella Júnior, comandante da Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro, afirma que o tipo de artilharia capaz de derrubar um avião comercial voando a 10 mil pés de altura é complexo e precisa de militares treinados para operar. “É um sistema extremamente complexo que inclui vários carros e soldados treinados. Há radares para saber a posição exata do alvo, sistema de guiamento (que acompanha o alvo e o caminho do míssil) dentro de um veículo equipado. Não é uma arma que se encontra em qualquer lugar. Não é como colocar um míssil no ombro e atirar”, afirma o general. Essas informações levam a crer que o míssil partiu de forças militares da Ucrânia ou da Rússia. Nem mesmo o Brasil tem tecnologia para derrubar um avião comercial voando na altura do voo da Malaysia Airlines. O Brasil só pode derrubar aeronaves voando a 3 km de altura. O governo da Ucrânia diz ter provas de que o Exército da Rússia derrubou o avião. A ONU pede uma investigação aprofundada para saber a autoria do suposto ataque terrorista. A maior parte dos passageiros eram holandeses e tinham saído de Amsterdã. Foto: AFP.

Foto: DESASTRE NA UCRÂNIA: A Malaysia Airlines, companhia do voo MH 17, que caiu na Ucrânia na tarde de quinta-feira (17) corrigiu para 298 o número de ocupantes da aeronave. O avião caiu sem deixar sobreviventes e o governo dos Estados Unidos afirmou que um relatório do serviço de inteligência apontou que o airbus 777 foi atingido por um míssil. O general João Chalella Júnior, comandante da Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro, afirma que o tipo de artilharia capaz de derrubar um avião comercial voando a 10 mil pés de altura é complexo e precisa de militares treinados para operar. “É um sistema extremamente complexo que inclui vários carros e soldados treinados. Há radares para saber a posição exata do alvo, sistema de guiamento (que acompanha o alvo e o caminho do míssil) dentro de um veículo equipado. Não é uma arma que se encontra em qualquer lugar. Não é como colocar um míssil no ombro e atirar”, afirma o general. Essas informações levam a crer que o míssil partiu de forças militares da Ucrânia ou da Rússia. Nem mesmo o Brasil tem tecnologia para derrubar um avião comercial voando na altura do voo da Malaysia Airlines. O Brasil só pode derrubar aeronaves voando a 3 km de altura. O governo da Ucrânia diz ter provas de que o Exército da Rússia derrubou o avião. A ONU pede uma investigação aprofundada para saber a autoria do suposto ataque terrorista. A maior parte dos passageiros eram holandeses e tinham saído de Amsterdã. Foto: AFP.

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