Por Renato Souza
Um novo recurso da medicina e de empresas de tecnologia para monitorar a saúde está ganhando espaço nos Estados Unidos. Um biochip desenvolvido por pesquisadores e implantando no corpo das pessoas é capaz de fazer medições de colesterol, pressão, glicemia e até detectar células cancerígenas no corpo. Mas o chip pode causar efeitos colaterais e até acarretar problemas de saúde. Com as dimensões de um grão de arroz, esses "gadgets" — na prática, pequenos circuitos eletrônicos envoltos em uma cápsula de vidro cirúrgico podem ser implantados na mão, abdomen e no tronco cerebral. Um microchip desenvolvido no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), libera uma carga diária de hormônio contraceptivo em mulheres, impedindo a gravidez por até 16 anos. Outros microchips instalados na mão podem abrir portas, ligar o carro, comandar o celular, entre outras utilidades. Outra polêmica é por parte dos religiosos. O versículo 13:16, 13:17 e 14:9 do Livro de Apocalipse, na Bíblia, fala de uma suposta marca da besta que seria colocada na mão ou na testa. Muitos religiosos interpretam essa afirmação como sendo a instalação de um microchip. Adeptos da Teoria da Conspiração preferem acreditar que o desenvolvimentos dos biochps seriam de autoria de supostas sociedade secretas para dominar a humanidade. Nos Estados Unidos, a fabricante de biochips Veriteq Corp já tem aval da Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo responsável por regulamentar remédios, produtos farmacêuticos, alimentos e cigarro, para vender três modelos de circuitos. Estima-se que 300 mil pessoas já tenham implantado o biochip no mundo, inclusive no Brasil já tem empresas autorizadas para realizar o implante. No Congresso Nacional existe um projeto de lei que proíbe a implantação de chips em seres humanos. Foto: divulgação/Dangerous Things

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