Um dos primeiros brasileiros a contrair o vírus HIV está vivo e saudável 30 anos após a doença. Osmar Gallo, de 61 anos, passou metade da sua vida convivendo com HIV. Ele foi usado como cobaia para o teste do coquetel de drogas contra a Aids na década de 80. Ele começou a sentir os primeiros sintomas em 1984, mas a Aids só foi descoberta e recebeu esse nome em 1987. Nesse período, Osmar se formou em teologia e hoje é professor de grego e hebraico. A boa resposta do organismo dele ao tratamento permitiu que ele se aposentasse em 2002, mas como bancário e por tempo de serviço. Osmar nunca precisou de aposentadoria por conta da Aids. Hoje tem três filhos de 15, 28 e 29 anos, completamente saudáveis e sem o vírus HIV. Na época da infecção inicial um médico mandou que ele fizesse exames para provar que não era homossexual. Osmar fez, entregou os exames ao médico junto com um soco. No inicio muita gente pensava que o HIV só infectava homossexuais. Ele diz ter certeza que o HIV não estará no atestado de óbito quando a hora chegar. "A cura da Aids está próxima, na verdade, creio que já exista. Mas para a industria farmacêutica é mais lucrativo não divulgar", afirma. Ele continua tomando alguns medicamentos por dia, mas o HIV é indetectável no seu organismo. O paciente nunca teve efeitos colaterais por conta da doença. Foto: Caio Guateli.
Um dos primeiros brasileiros a contrair o vírus HIV esta vivo e saudável a 30 anos após a doença
Por Renato Souza
Um dos primeiros brasileiros a contrair o vírus HIV está vivo e saudável 30 anos após a doença. Osmar Gallo, de 61 anos, passou metade da sua vida convivendo com HIV. Ele foi usado como cobaia para o teste do coquetel de drogas contra a Aids na década de 80. Ele começou a sentir os primeiros sintomas em 1984, mas a Aids só foi descoberta e recebeu esse nome em 1987. Nesse período, Osmar se formou em teologia e hoje é professor de grego e hebraico. A boa resposta do organismo dele ao tratamento permitiu que ele se aposentasse em 2002, mas como bancário e por tempo de serviço. Osmar nunca precisou de aposentadoria por conta da Aids. Hoje tem três filhos de 15, 28 e 29 anos, completamente saudáveis e sem o vírus HIV. Na época da infecção inicial um médico mandou que ele fizesse exames para provar que não era homossexual. Osmar fez, entregou os exames ao médico junto com um soco. No inicio muita gente pensava que o HIV só infectava homossexuais. Ele diz ter certeza que o HIV não estará no atestado de óbito quando a hora chegar. "A cura da Aids está próxima, na verdade, creio que já exista. Mas para a industria farmacêutica é mais lucrativo não divulgar", afirma. Ele continua tomando alguns medicamentos por dia, mas o HIV é indetectável no seu organismo. O paciente nunca teve efeitos colaterais por conta da doença. Foto: Caio Guateli.
Um dos primeiros brasileiros a contrair o vírus HIV está vivo e saudável 30 anos após a doença. Osmar Gallo, de 61 anos, passou metade da sua vida convivendo com HIV. Ele foi usado como cobaia para o teste do coquetel de drogas contra a Aids na década de 80. Ele começou a sentir os primeiros sintomas em 1984, mas a Aids só foi descoberta e recebeu esse nome em 1987. Nesse período, Osmar se formou em teologia e hoje é professor de grego e hebraico. A boa resposta do organismo dele ao tratamento permitiu que ele se aposentasse em 2002, mas como bancário e por tempo de serviço. Osmar nunca precisou de aposentadoria por conta da Aids. Hoje tem três filhos de 15, 28 e 29 anos, completamente saudáveis e sem o vírus HIV. Na época da infecção inicial um médico mandou que ele fizesse exames para provar que não era homossexual. Osmar fez, entregou os exames ao médico junto com um soco. No inicio muita gente pensava que o HIV só infectava homossexuais. Ele diz ter certeza que o HIV não estará no atestado de óbito quando a hora chegar. "A cura da Aids está próxima, na verdade, creio que já exista. Mas para a industria farmacêutica é mais lucrativo não divulgar", afirma. Ele continua tomando alguns medicamentos por dia, mas o HIV é indetectável no seu organismo. O paciente nunca teve efeitos colaterais por conta da doença. Foto: Caio Guateli.

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