Por Renato Souza
A Associação Médicos sem Fronteiras afirmou que está rejeitando pacientes como ebola na Libéria porque os centros de tratamento estão lotados. Segundo a associação, colocar pacientes acima da capacidade nos centros em quarentena coloca em risco a saúde dos profissionais. A Médicos sem Fronteiras afirmou que o mundo está perdendo a luta contra o ebola por omissão da comunidade internacional. "Após seis meses com a pior epidemia de ebola da história, o mundo está perdendo a batalha. Os líderes não conseguiram tomar as medidas adequadas contra esta ameaça transnacional", afirmou a presidente da MSF, Joanne Liu, em uma sessão de informações na sede da ONU em Nova York. O Brasil, referência no controle de pandemias no mundo, se limitou a mandar kits para tratar os doentes e não enviou médicos nem laboratórios móveis. Os Estados Unidos pouco interfere na epidemia. A ONU estima que se continuar assim, dentro de seis ou nove meses o mundo terá 20 mil infectados que poderão espalhar a doença para todo o Planeta. Na terça-feira (02), um paciente com fome chegou a fugir da zona de quarentena e causou pânico ao ir ao mercado. Foto: AP.
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A Associação Médicos sem Fronteiras afirmou que está rejeitando pacientes como ebola na Libéria porque os centros de tratamento estão lotados
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